Este espaço ocupa-se em gerar questionamentos, entendimentos, denúncias e expor nosso pensamento comprometido exclusivamente com a liberdade, a verdade e a transparência que a nossa opinião construiu na abordagem dos temas aqui tratados. A vida em sua realidade espiritual e material será observada sem limites. Sejam Bem-Vindos. Eu, Roberto Velasco os acompanho em Renunciando a Matrix.
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
O TECELÃO
Que falar da vida se nela nos perdemos e em poucas vezes nos encontramos.
A vida é uma fina seda tecida por um tecelão do qual pouco sabemos de
suas intenções.
Até ousamos acreditar que o entendemos, mas, em verdade estamos apenas delirando
em nosso pensar, quando cremos que o entendemos.
É demasiado pequeno o universo de nossas almas, para que possamos crer
na hipótese de entender o mistério da vida tecida por finos fios, desconhecidos
por nós de sua textura e resistência.
Movemo-nos por entre ondas de emoções e sentidos que trafegam sempre por
horizontes de escassa razão.
Somos invariavelmente tomados por carne, que envolve a nossa mais pura
emanação de vida, e que ao se sentir envolvida e absorvida por esta vil carne,
denuncia-se como incapaz de manter-se íntegra e pura. Assim o fazendo, ela se
entrega as dominações da matéria expressa em cores e brilhos perfumados com
fragrâncias que seduzem a personalidade, e a mantém em estado de embevecimento
de si mesmo, como se esta, fosse a sua natureza primaz.
Velamos por entre séculos uma sucessiva alternância de estados anímicos,
e confundimo-nos com facilidade ante as frequentes intempéries que
experimentamos ao longo de um caminho, onde os fios sutis e suaves, aqueles em
que o tecelão se esmerou em tecer, se perdem de nossa mais atenta percepção.
E o que fazer agora quando já não temos mais o contato com o caminho
antes tecido para nós?
Romper com nossa origem, tem sido a conduta mais comum e a mais fácil.
Sem o perceber estamos nos distanciando do artesão tão zeloso que se
ocupará de nossas mais livres e puras vestes, mas, que estas, se encontram no
hoje, impuras e com suas malhas confusas e embaralhadas pelo tempo e pelas
nossas escolhas mal conduzidas.
Que tempo se faz no hoje, onde caminhamos sem saber o rumo que estamos
tomando?
Vemos a sociedade que em um tempo no passado, foi idealizada para ser
humana, mas, que no hoje, apenas expressa uma tênue imagem do que poderíamos
ser ou ter sido, se já não houver mais tempo para sê-lo.
Caímos ante as ofertas do brilho e de mãos manipuladoras que tomaram ao
nosso destino em suas mãos.
Destino este que perdemos o rumo por nós mesmos, e ao concedermos a
aqueles outros, o direito de intervir em nossos caminhos, apenas estávamos nós,
consumando o ato final de nosso erro, que
nos conduziu a uma consequência emoldurada por dores e temores.
Os vários tecidos sociais dos quais a nossa sociedade é constituída,
oferecem-nos uma grande possibilidade de aprendizado e enriquecimento.
Mesmo no agora, quando estamos distante de nossas mais puras emanações
como seres filhos do artesão zeloso, podemos alcançar vitórias pessoais se
houver de parte do individuo, compromisso e intenção fortalecidas pelo coração,
na obtenção de si mesmo e de sua natureza mais pura.
Mas, em verdade o que vemos em nossa sociedade, é a composição de grupos
e individualidades que talvez já não tenham mais esta possibilidade de alcançar
este propósito, pois, o grau de perturbação alcançou um nível extremamente
perigoso e comprometido com as ilusões da vida que é morte.
Observar a sociedade requer alguns cuidados, requer igualmente um pouco
de compreensão para aceitar o que há.
Sim, ver a sociedade não é mais uma visão que possa habitar aos nossos
sonhos em nossas noites de repouso.
Os retratos desta sociedade se fazem de cores negras e turvas, onde a
semente feita de luz e amor, deu lugar a outras vertentes de aceitação por
parte daquele que um dia foi planejado para ser o humano a habitar este
planeta.
AS pessoas perderam o sentido da vida, não acredita no que afirmo?
Muito bem, olhe pela janela de sua alma e veja os cenários da vida que
la fora se desenvolvem.
O que você vê?
Retrate-me de maneira imparcial e sem censuras.
Olhe nos olhos dos homens e verás as suas dores e seus medos.
Medos estes, que não são tão somente medo dos outros homens, mas, que
também são de si mesmo.
Em que ponto deste trajeto, perdemos o contato com as finas sedas tecidas
pelo tecelão?
Quando olhardes para dentro de ti, verás o que?
Talvez nem reconheças a ti mesmo, talvez nem reconheças onde estas e o
que fazes aqui.
Mas, não há como fugir daqui, não há como se ausentar conscientemente e
movido por sua vontade sem lograr débitos que um dia terão de ser saldados com
a vida ou com a morte, em vida ou em morte.
Teus medos são os meus medos, os meus medos se fizeram os teus medos, e
nesta troca insana na qual nos arremessamos, desenvolvemos uma sociedade impura
e perdida de si mesma.
Onde os valores deram lugar aos temores.
Como um carro que roda a alta velocidade, não temos como parar
repentinamente de um todo, temos que desacelerar e somente frear quando houver
segurança para fazê-lo.
O que vos digo, é para que se permita PARAR, peço-vos para que se
conceda um tempo na velocidade com a qual se move.
Retire o seu pé do acelerador, e lentamente vá reduzindo a velocidade de
sua vida.
Ao fazer isto, estarás se aproximando de si mesmo, de uma parte que
habita em vós e que esta ávida por se fazer presente em sua vida.
Mas, no ritmo em que aceleras, não logrará êxito em construir a
oportunidade de voltar a si mesmo.
Este retorno é imprescindível para que possas reconhecer a tua frente a
presença do zeloso artesão, pois, se permaneceres na velocidade em que se moves
no agora, teus olhos permanecerão com a visão embaçada e mão terás a
oportunidade de reconhecer quem és, e menos ainda, quem diante de ti se
encontra, o artesão.
Acalme, olhe para as circunstâncias de tua vida, não se desespere, não
perca o controle sobre si. Centraliz-se através de momentos de pacificação de
seu ser. Encontre o tempo para ouvir uma música suave, para ouvir o canto dos pássaros,
para perceber a brisa em sua face, a
chuva que cai lá fora, ou ainda, a pessoa que sta prócima de você, a veja como
um igual a você, uma pessoa que necessita de amor tanto quanto você necessita,
se permita.
A vida não é feita através da velocidade com a qual te ensinaram a viver,
esta, pelo contrário te levará a morte em vida.
Respire, novamente, respire, ouça esta musica (endereço do youtube= https://www.youtube.com/watch?v=hYgJAN1Ol5g),
feche os seus olhos e se acalme.
Eu estou junto a ti, nunca me afastei de ti, apenas me sinta junto a ti.
Respire, acalme-se eu te amo... Eu sempre te amarei...
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
OS TRILHOS DO TREM
Muitos acreditam que ser uma “pessoa normal” é o caminho mais seguro para
ser feliz e viver em segurança.
Mas o que é normal?
Onde esta o conceito que
possa servir a todos no equacionamento deste significado?
Certamente, alguns podem
apontar como possuir uma condição normal, seja aquele individuo que age na
sociedade respeitando no desenvolvimento de sua vida, os princípios e condutas determinados
por esta sociedade.
Mas, o certo é que cada um
tem a sua própria compreensão do que seja definir alguém como sendo uma “pessoa
normal”.
Talvez generalizando, posso
aqui afirmar que ser normal, é fazer as coisas que precisam ser feitas e que
não se incompatibilizem com os conceitos aceitos pela consciência da sociedade
onde o individuo transita.
Ser normal, pode ser
considerado aquele individuo que ao nascer é conduzido por um caminho onde os
estudos, a cultura e a educação estejam concentrados dentro de condutas sociais
regentes no ambiente no qual ele nasceu.
Ser normal, portanto, pode
ser entendido como aquele que faz tudo certinho, não sai da linha, não desafina
e não rompe com padrões. Em outras palavras, nasce, cresce, reproduz e morre,
sempre dirigido por pensamentos e
atitudes ditos normais, e que estejam alinhados com o que a sociedade espera
dele.
Sinceramente, isto para mim é
repugnante, é estar morto em vida, é não ter coragem de ousar, de sair da linha
do “trem”.
Isto é sinônimo de
infelicidade, saber que você tem uma origem e que tem um destino, pois, o que
os trilhos do “trem” podem lhe oferecer é tão somente esta certeza.
A paisagem do caminho, para
quem anda nos trilhos, é totalmente inútil, totalmente despercebida por aquele que se move engessado
por conceitos e padrões que sinalizam o que ele é, e o que ele deve fazer em
sua vida.
Você é normal?
Calma, não há aqui nenhuma
intenção de censurar sua escolha, se você se enquadra no conceito de ser uma “pessoa
normal”.
Se você é uma daquelas
pessoas que assiste novelas, tele-jornais, programas como o “Faustão”, “Silvio
Santos”, “Gugu” e outros similares, tudo bem, afinal, é uma escolha sua, sem
problemas.
Se você é uma daquelas
pessoas que eleição após eleição, vota em seu partido, afinal, é o seu partido,
tudo bem, sem problemas, não ajudou em nada em sua vida, mas tudo bem, é o
“seu” partido.
Se você é uma daquelas
pessoas que se torna cega pela religiosidade que sustenta dentro de si, tudo
bem, afinal a religião é sagrada, dizem alguns, embora Cristo não tenha vindo
aqui na terra edificar nenhuma religião, mas, se tornou o “garoto propaganda”
de todas elas, tudo bem, religião é religião.
Ah! se não fosse ela em sua
vida, o que seria de você? Tudo bem.
Não é mesmo??? Tudo bem, vai
la, reze.
Se você é uma daquelas
pessoas que se deixa seduzir pelas aparências da vida social, do glamour, da
fantasia, do brilho, tudo bem, afinal, você reluz diante dos flashes, e é isto
que realmente conta na vida, não é mesmo?
Fique tranqüilo (a), tudo bem.
Se você valoriza os bens
materiais acima das qualidades das pessoas, tudo bem, poxa, você tem que
realmente estar junto a pessoas que
sejam importantes, e que tenham uma ótima condição social, porque na realidade
é isto que você acredita que conta na vida, não é mesmo?
Tudo bem continue assim, você
vai longe.
Se você é uma daquelas
pessoas que se apaixona por alguém, por este alguém ser lindo (a) fisicamente,
mesmo que seu caráter, personalidade e moral sejam discutíveis, tudo bem,
afinal, seus amigos vão morrer de inveja de você.
Tudo bem.
Se você é uma daquelas
pessoas que continua vivendo um relacionamento (casamento, noivado, namoro,
ficante, enrolado e outras denominações) que não lhe acrescenta mais nada em
sua vida, mas é claro, você têm que manter as aparências, dependências,
carências, mentiras, tudo bem, afinal de contas, você não esta sozinho (a),
você tem alguém com você. Onde mesmo?
Desculpe-me, tudo bem, é sua
escolha, um dia melhora, não é?
Se você é uma daquelas
pessoas que critica, censura e faz fofoca da vida dos outros, certamente é
porque a sua vida já esta resolvida, não é mesmo?
Desta forma, lhe sobra tempo
e energia para “ajudar” aos outros com seus “comentários”.
Tudo bem, eu sei, você só
quer ajudar.
Esquecia-me, mas lembrei a
tempo.
Se você é uma daquelas
pessoas que condena, a sensualidade como forma de expressão humana em poesias e
manifestação individual, mas, a aceita, em novelas e filmes, tudo bem, afinal,
principalmente as novelas, embora sejam muito instrutivos em como alguém pode se
tornar uma prostituta (o), um assassino, um cafajeste ou uma pessoa malvada.
Tudo bem, afinal Roberto,
isto é “arte”. Tudo bem me desculpem por minha ignorância.
Por fim, se você é uma daquelas
pessoas que mostra uma faceta sua que não é real em você, mas isto lhe faz ser
aceita nos ambientes pelos quais você transita, tudo bem, afinal de contas, o
que vale são as aparências, não é mesmno?
Tudo bem.
No final das contas, isto
tudo que esta, acima descrito, identifica o que em nosso mundo é uma pessoa
normal.
Tudo bem para você?
Bem, acho então que ser
normal para mim não me serve, prefiro ser conceituado como uma pessoa ANORMAL,
fora desta realidade, fora destes condicionamentos e carências, fora desta
irrealidade e mentira social.
Confesso, sou anormal, 1oo %
fora destes padrões, condicionamentos e hipocrisias.
Também confesso que sou muito
observador, falo com as pessoas, escrevo na troca de mensagens, as sinto,
sempre buscando interpretar quem elas são.
E para todas as pessoas com
as quais entro em contato, me permito sempre olhá-las pelo lado mais generoso,
amoroso e percebê-las como seres com uma capacidade e necessidade grande de
Amar.
Mas, sempre me deparo com a
mesma pergunta.
Porque as pessoas não AMAM,
porque é mais fácil permitir que o MEDO
de Amar seja mais forte que o próprio AMOR?
Por quê?
Tudo bem.
É uma escolha, assim como é
uma escolha andar sobre os trilhos do trem, assim como é uma escolha ser normal
ou anormal.
Tudo bem.
Posso lhe dar uma sugestão?
Não ou Sim?
Bem, lá vai ela.Experimente
ser anormal, sério, experimente.
Saia dos trilhos, saia de sua
programação normal, de seus condicionamentos, de suas carências.
Jogue tudo isto pelos ares,
procure ser o que realmente você é.
Se as pessoas não aceitarem o
seu novo comportamento e lhe criticam a partir dele, falando sério, vale a pena
manter estas pessoas a sua volta quando elas não respeitam as suas decisões?
Não respeitam as suas
escolhas?
Hummmmm...
Entenda definitivamente, o
que se tornou normal nos nossos dias, nada mais é do que mover-se em vida por
correntes geradas por esta sociedade que estabeleceu parâmetros e conceitos
daquilo que interessa a ela, mas, em que momento ela ou você pararam para
avaliar o rumo e a consequência que estes conceitos e parâmetros geraram para a
humanidade e para você?
Será que não nos tornamos
seres automatizados, robotizados e que respondemos aos impulsos que esta
sociedade determina porque sempre estamos desatentos, ou seja, no controle
remoto?
O normal dentro dos padrões sociais
expressa engessamento de comportamentos e conceitos, pelo outro lado, ser anormal, expressa
liberdae de conceitos e ausência de padrões.
Ou você se submete ao
primeiro, ou você flui de maneira livre pela vida, a escolha é sempre e somente SUA.
Ou NÃO???
O MOMENTO DE NOSSAS VIDAS
Adotar diante da vida uma
postura responsável e comprometida com o seu Eu, sempre é muito difícil para o
Ser Humano. Desenvolvemos uma capacidade de renúncia e resistência em enxergar
nossos males internos, que são sustentados por padrões mentais, emocionais e de
comportamentos que em nada contribuem para o nosso aprimoramento como
consciência. Mas, que mesmo assim, ainda é mais confortável sustentá-los em nós
do que enfrentar a necessária cura de tais desequilíbrios em nossa
personalidade.
Chegamos a 2014, ultrapassamos
barreiras como os portais dimensionais, e nos encaminhamos para o restante do
ano. Este ano se iniciou e se desenvolve com a oferta de múltiplas
possibilidades em circunstâncias pessoais e coletivas, que haverão de se
materializar nos caminhos de cada ser
humano, na relação direta da qualidade das escolhas que sejam realizadas em suas
vidas.
O comprometimento pessoal com
a busca de um aprimoramento espiritual talvez seja o objetivo de muitos de nós,
outros, diria a imensa maioria da Humanidade, ainda se permite permanecer
sufocada por grilhões, e decidiram manter-se em estados letárgicos de uma
consciência confusa e perturbada pela imposição exercida pelo externo sobre a identidade
interna de cada um.
O passo a ser dado por cada
um de nós é diretamente proporcional ao objetivo individual que elegemos como
meta a ser alcançada em nossa atual existência, mas, que vem de longa data em
nosso passado sendo construído para que neste momento, possamos exercer nossa
escolha com absoluta independência e compromisso para conosco mesmo.
Muitas almas ainda não se
sentem fortalecidas para tomar a decisão que lhes é presente em seus mais
íntimos anseios, mas, que se tornam turvas em suas percepções externas. Isto
acontece em decorrência do emaranhado de energias desequilibradas como o medo,
a culpa, os prazeres da carne e as ilusões mentais e emocionais que se assentam
em traumas, carências e dores geradas ao longo desta e de existências
anteriores.
É de conhecimento comum que
estamos sendo bombardeados diariamente com a emanação constante de freqüências de
Luz Cristalina da 5º Dimensão provenientes de esferas superiores da
consciência. Cada ser vivo sobre a Terra recebe estas freqüências
indiscriminadamente, dotadas de uma mesma intensidade e qualidade que pode ser
incorporada em todos os reinos da criação divina sem privilégios ou censuras.
Mas há um aspecto nestas emanações
de Luz que necessita de uma maior compreensão por parte da humanidade e de cada
individuo como célula pertencente ao reino Humano.
Embora como acima foi mencionada,
a freqüência de Luz é igualmente distribuída por toda o planeta e todos a
recebem indistintamente, no entanto, faz-se necessário a incorporação do
seguinte entendimento.
Todos estão aptos a receber
tais freqüências, pois todos somos filhos da Fonte Deus Pai/Mãe, desta forma,
podemos entender que cada pessoa vivendo neste plano esta sendo beneficiada por
estas frequências.
Qual entendimento deve então
ser tornado consciente por todos nós?
O entendimento ao qual me
refiro esta plasmado na condição energética distinta de cada pessoa. Em outras
palavras, é a qualidade na qual cada pessoa vibra é que vai determinar o quanto
esta pessoa estará recebendo desta frequência.
Portanto, estar vivo neste
momento assegura apenas a condição inerente e necessária para ser beneficiado
no recebimento desta energia, mas, o quanto desta energia vai ser assimilada e incorporada
por cada pessoa esta sujeita a abertura vibracional que ela proporciona como
recipiente na absorção e acomodação desta energia em seu Ser.
E o que vai det6erminar esta
capacidade esta condicionada a relação direta da qualidade de sua consciência.
A qualidade de uma consciência e expressa pela qualidade da frequência
vibratória que seus pensamentos, sentimentos, emoções, verbos e atitudes a constituem.
Nesta compreensão fica muito
evidente que uma consciência para estar apta a ser abundantemente irrigada com
mais Luz, tem que manifestar equilíbrio e harmonia interna, estar ciente de sua
existência como Ser movido e sustentado pelo Amor, e irradiar este Amor em suas
manifestações pessoais e diante da sociedade na qual se encontra inserida.
Ser refém de medos, culpas,
carências e outras formas de aprisionamentos não lhe concede a capacidade
necessária para absorver o seu Pleno potencial diante desta frequência.
Desta maneira, cabe-nos uma
decisão extremamente particular e fundamental, que se expressa cada vez mais
presente em nossa vida, e que pode ser entendida como o ponto de reconexão com o nosso Eu Divino.
Esta decisão é aquela em que
o indivíduo permite-se olhar para dentro de si, em um processo de
reconhecimento de si mesmo, sem a presença e a ilusão causada pelas máscaras
que o ego construiu ao longo das suas existências, como personalidade encarnada
no planeta.
Vejo com respeito, mas
confesso também que com tristeza o quanto as pessoas se tornam fieis as suas
dores, as suas ilusões, aos seus medos e a grande carência de suas vidas, a
falta do Amor.
Algumas pessoas mais próximas
a mim tentam me convencer de que tudo tem a sua hora, e que no momento certo
haverão de se deparar com este exercício de autoconhecimento. Com este
pensamento elas passam a promover constantes adiamentos, sustentados por
ilusórias justificativas em que afirmam para si, que o momento não é chegado. Este
comportamento que se registra comumente entre nós os próprios “buscadores”, também
se torna muito perceptível e destacado entre
aqueles que ainda se mantêm presos a conceitos religiosos, e sustentam-se em
crenças, onde um Deus salvador em algum momento virá e os resgatará desta vida
de sacrifícios.
Mais uma doce ilusão
sustentada pelo medo e o comodismo, gerados pela esperança de que alguém faça
aquilo que ele próprio tem que realizar como tarefa pessoal.
Entendo que olhar para dentro
de nós, e reconhecer o que somos, o que pensamos e quais as emoções e desejos
que habitam em nosso intimo, não é muito confortável, mas asseguro-lhes que é
FUNDAMENTAL. Neste exercício o individuo estará fazendo um trabalho de
transmutação, verdadeira limpeza interna de tudo aquilo que não lhe acrescenta
nada em sua vida.
Aqui, possivelmente encontramos
duas energias muito fortes dentro de todos nós, e que podem comprometer este
trabalho.
A primeira delas é a não Aceitação
daquilo que percebemos em nós, pois sempre é mais fácil verificar os ditos
erros ou más condutas no outro do que reconhecer a ocorrência em nós.
A segunda energia é o Apego,
muitas pessoas até conseguem reconhecer com fidelidade aquilo que percebem em
si, e o que seja necessário abandonar ou qualificar, mas, o sentimento de apego
naquela conduta, pensamento ou emoção é mais forte dentro delas e encontram
imensa dificuldade em abandoná-las.
A resistência a estas
percepções apenas consolida o estado de dependência e desequilíbrio.
O incognoscível cada vez mais
se afasta de nossas vidas, na medida em que a cada novo dia, estamos recebendo
freqüências de Luz de esferas nunca antes acessadas pelo Ser Humano, portanto,
hoje podemos perceber aquilo que em nosso passado, estava muito camuflado por
tantas camadas densas de nossa consciência.
Onde queremos chegar?
No que queremos nos
transformar?
Que vida desejamos construir?
A escolha SEMPRE será sua,
minha, nossa.
Abandone o comodismo, o medo
e a dor, peça AJUDA.
Que a verdade, a humildade e
a simplicidade encontradas nos olhos de sua criança interior,onde a pureza
habita, sejam as motivações na construção verdadeira de um Ato de Amor por
Você.
Reconheça-se, Ame-se.
Somos Todos Irmãos.
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